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O dízimo é sagrado

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O dízimo é santo ao Senhor
Por: ICPM

Texto básico: (Levítico 27.30-34). Texto central: “No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao Senhor”. (Levítico 27.32).

 

Introdução: O dízimo é santo, isto é, separado para obra do Senhor. Os que se opõe ao dízimo, dizem que o dízimo existia na Lei de Moisés e nada tem a ver com a graça de Jesus Cristo em que vivemos. Mas, nos ensinos do Senhor Jesus, pelo contrário, referindo-se ao dízimo, Ele disse: “... deveis, porém, fazer estas coisas...”, ou seja, deveis dizimar (Mt 23.23). Quem se opõe ao dízimo ignora que ele é antes da Lei de Moisés. A lei apenas incorporou a ela o dízimo por ordenança divina (Ml 3.10). O dízimo começou em Abraão, muito antes de Moisés, e a Bíblia diz que Abraão é o pai da fé e tem tudo a ver com a graça de Jesus Cristo (Ef 2.8,9). Para ser crente é preciso ter da fé de Abraão. Paulo, inspirado pelo Espírito, escreveu: “Aquele, pois que vos dá Espírito Santo e que obra maravilhas entre vós, fá-lo pelas obras da lei, ou pela pregação da fé? Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Sabei, pois que os que são da fé são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura prevista que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o Evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti. De sorte que os que são fé são benditos com o crente Abraão” (Gl 3.5-9). Abraão, antes da lei, era dizimista (Gn 14.18-20). Nesse estudo vamos considerar quatro pontos sobre a fidelidade dos crentes nos dízimos, que Deus reverte em benção a favor deles:

 

1º - O pai da fé deu o dízimo de tudo: Deus chamou a Abraão e lhe fez promessas dizendo: “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome e tu serás uma benção” (Gn 12.2). Lendo a historia de Abraão, averiguamos que ele foi um homem comum como qualquer outro, mas havia em Abraão coisas que o faziam diferente do homem comum. Abraão era fiel adorador de Deus e em sua fidelidade, incluía o dízimo. À medida de sua fidelidade, o Senhor fazia Abraão prosperar em riquezas, embora Abraão não colocasse seu coração nas riquezas e até dizia ser peregrino na terra, porque cria que a sua cidade estava no céu (Hb 11.8-16). Abraão deu o dízimo de tudo (Gn 14.20).

 

2º - Jacó fez o voto de ser fiel dizimista (Gn. 28.18-22): Ao ter a visão de Deus, Jacó temeu e disse: “Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus” (Gn 28.17). A pessoa que recebe a revelação divina, que é a Palavra de Deus, pela iluminação do Espírito Santo, não se vê fora da casa de Deus, porque ela não é outro lugar, senão a porta do céu. Quando vemos membros desmotivados na igreja e não participando dela, alguma coisa está errada: ou não recebeu de Deus a sua revelação (que é Palavra pela iluminação do Espírito Santo) ou não estão sendo fieis ao Senhor. Nesse último caso, mesmo sendo crentes, suas vidas ficam desordenadas e as consequências são inevitáveis, como frieza espiritual, falta de suprimento natural e falta de fé no sobrenatural. Jacó era filho de crente e neto de crente, sua vida até então estava desordenada. Mas quando se encontrou com Deus, Jacó disse em sua oração: “Se Deus for comigo e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer e vestidos para vestir, e eu em paz tornar a casa de meu pai, o Senhor será o meu Deus, e de tudo quanto me deres certamente te darei o dízimo” (Gn 28.20-22). Jacó prosperou e foi fiel a Deus no voto que lhe fez. Mais tarde, o anjo de Deus em sonhos apareceu a Jacó e lhe disse: “Eu sou o Deus de Betel, onde tens ungido uma coluna, onde me tens votado o voto...” (Gn 31.13), mostrando que Deus havia aceitado o seu voto e que ele, Jacó, estava sendo fiel no voto que fizera ao Senhor. O voto que Jacó havia feito a Deus era o de entregar o dízimo de tudo que fosse o seu salário e o Senhor o fez prosperar trabalhando para o seu sogro Labão (Gn 31.5-13). Raquel e Léia, mulheres de Jacó, disseram: “Porque toda a riqueza que Deus tirou de nosso pai é nossa e de nossos filhos; agora, pois faze tudo o que Deus te tem dito” (Gn 31.16).

 

3º - O povo de Deus apresentava os dízimos: Entendemos que Deus só tem um povo salvo por Ele. No caso aqui, Israel era o povo de Deus e era um povo dizimista (2ª Crôn 31.4-6). O que foi muito notável nas entregas dos dízimos é o que a Bíblia registrou, dizendo: “Desde que esta oferta se começou a trazer à casa do Senhor, houve que comer e de se fartar, e ainda sobejo em abundância; porque o Senhor abençoou ao seu povo e sobejou esta abastança” (2ª Crôn 31.10). O exemplo Bíblico é de que Deus fazia prosperar em abundância aqueles que eram dizimistas.

 

4º - No ensino de Jesus, dar é investir: No sermão da montanha, o Senhor Jesus proferiu as seguintes instruções: “Dai, e ser-vos-á dado; boa medida recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço...” (Lc 6.38). Todos os crentes lembram a multiplicação dos pães e peixes feita por Jesus, quando um rapaz lhe entregou cinco pães de cevada e dois peixinhos, a ponto do apóstolo André dizer, mas que é isto para tantos? (Jo 6.9). André se referia a uma multidão de quase cinco mil pessoas, mas quando Jesus abençoou aqueles cinco pães e os dois peixinhos entregue a Ele por aquele rapaz, os cinco mil homens comeram e ficaram saciados e ainda sobraram doze cestos de pães (Jo 6.10-13).

 

Quando temos fé em Jesus e na sua Palavra quanto à contribuição, não só nos sentimos felizes por obedecer, mas também pelo milagre da multiplicação da nossa contribuição, que Jesus faz dela em favor dos outros e também de nós mesmos, por causa da nossa obediência e fidelidade a sua Palavra. Este rapaz que entregou a Jesus seus cinco pães e seus dois peixinhos, deve ter ficado muito feliz por ver o seu lanche sustentar cinco mil pessoas e ainda sobrar para ele doze cestos de pães! Se perguntasse aquele moço: quem fez isto em sua vida? Certamente, ele responderia: Foi Jesus! “Conforme está escrito: espalhou, deu aos pobres: a sua justiça permanece para sempre” (2ª Cor 9.9).

 

Finalmente: Paulo inspirado pelo Espírito de Deus escreve todo o capítulo nove de sua segunda carta aos Coríntios, mostrando a necessidade de fazer administração de donativos a favor dos santos necessitados. O dízimo foi instituído por Deus com a finalidade de sustentar a sua obra e socorrer aos irmãos necessitados. Do dízimo no Antigo Testamento, está escrito: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei provas de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança” (Ml 3.10). Na igreja primitiva era comum contribuir acima dos dízimos, não por ordenança Bíblica, mas por gratidão pela multiplicação que o Senhor fazia dessas contribuições. Esses que assim faziam, não ficavam mais pobres, pelo contrário, aumentava mais suas possibilidades de contribuir. Deve ser por isso que Paulo escreveu: “E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra. Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se deem graças a Deus. Porque a administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas também abunda em muitas graça, que se dão a Deus. Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão que confesseis quanto ao Evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles e para com todos” (2ª Cor 9.8,11-13). Em sua observação inspirada por Deus, Paulo diz ainda: “E digo isto: que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundancia, em abundancia também ceifará” (2ª Cor 9.6). Ninguém deve contribuir, porém, por constrangimento, mas sim, com alegria, pois, segundo a Palavra de Deus, Ele ama ao que dá com alegria! (2ª Cor 9.7).

 

Já ouvi testemunho de muitos irmãos dizendo que, antes de serem dizimista, seus salários não davam para cobrir seus orçamentos; mas quando, pela fé, entenderam que deviam ser dizimista e passaram a ser as coisas mudaram e o que tiravam para contribuir, era suprido de maneira que não lhes faltava nada e, muito pelo contrário, aumentava a possibilidade deles contribuírem muito mais ainda! Foi o Senhor que disse: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro... e depois fazei prova de mim” (Ml 3.10).










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