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O dízimo é sagrado
Por: ICPM

Texto básico: (Ml 3.6-12). Texto central: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas dos céus, e não derramar sobre vós bênçãos sem medida” (Ml.3.10).

 

Introdução: O dízimo é sagrado porque é parte integrante do culto de adoração oferecido a Deus por seus adoradores. Já passou em sua mente, algum dia, a ideia de que tudo pertence a Deus? Sua palavra diz: “Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2.8). Há outra verdade ainda sobre a qual a Bíblia é muito clara: É que teremos de dar conta de tudo que nos foi confiado. Cientes destas duas verdades há uma terceira que queremos focar: Deus não apenas pedirá um acerto final de tudo, mas quer que, no decorrer da nossa jornada, separemos algo para Ele como prova imediata de fiel mordomia, que são as seguintes: Do tempo, dos bens materiais, dos talentos (capacidades), do Evangelho, enfim, de tudo que Ele nos tem dado, só seremos bons despenseiros se, em cada dia, semana, mês e ano, entregarmos a parte que lhe pertence nesta sociedade da vida. Mas, lembremo-nos de que todas essas exigências são para o nosso próprio bem. São meios de benção para a vida e para o fortalecimento da nossa fé. Neste estudo bíblico, não analisaremos todo o campo da mordomia, que é vasto, vamos apenas analisar um item da mordomia cristã: o dízimo.

 

1ª - “Tornai-vos para mim, e Eu me tornarei para vós outros” (v.7): Muitas pessoas estão longe de Deus e precisam tornar para Ele, pois é o único meio para receber suas bênçãos. Na “terra distante” só há miséria e humilhação, que diga o filho pródigo da parábola de Jesus (Lc. 15.13-17).

 

2ª - “Em que havemos de tornar?” (v.7): O profeta Malaquias, interpretando o pensamento do povo de Israel, formulou a pergunta acima: “Em que havemos de tornar?”. De muito e por muitas atitudes, Israel se havia afastado de Deus, inclusive tinha abandonado a entrega do dízimo, como havia sido ordenada por Deus.

 

3ª - “Roubará o homem a Deus?” (v.8): Dentro do possível, nunca permitimos que alguém nos roube. Mas Deus é tão misericordioso que nos vê roubando a parte Dele e ainda tolera. Isto porque Ele deseja que a nossa fidelidade seja movida não por força, mas por nossa fé e vontade. É fato que, não agindo assim, não somos abençoados como podíamos ser.

 

4ª - “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro” (v.10): Deus nos convida a fazer o que é certo. É em obedecer que encontramos virtude. No templo de Jerusalém havia uma câmara chamada de “tesouro”, onde eram depositados os dízimos e as ofertas (Ne. 13.5). Deviam trazer “todos os dízimos”: do trigo, do gado, do rebanho, do azeite, do vinho e outros. Está implícita a ideia de que o dízimo deveria ser completo, ou seja, dez por cento de toda a colheita. A casa do tesouro, hoje, é a tesouraria da igreja. Devemos entregar a quem está respondendo pelos seus assuntos, isto é, assuntos financeiros da igreja. A igreja tem que responder pela pregação correta e genuína da Palavra de Deus, pela ministração dos sacramentos e pelo pastoreio do rebanho de Cristo. Ao distribuir o dízimo para outros fins, mesmo que sejam fins filantrópicos, sociais ou até religioso, não estamos entregando o dízimo do Senhor a quem de fato devíamos entregar e, portanto, não estamos sendo dizimista como ordena o Senhor dos Exércitos (Ml. 3.10). Agindo assim, estamos usando o que é de Deus em meu próprio nome.

 

5ª - “Provai-me nisto” (v.10): Deus nos tem dado provas abundantes do seu amor, do seu poder e da sua salvação. Por que não provaríamos as bênçãos de Deus, entregando-lhe o nosso dízimo?

 

6ª - “Se Eu não vos abrir as janelas do céu” (v.10): Deus está pronto a derramar sobre nós bênçãos sem medida, mas estamos prontos para recebê-las? Deus quer que estejamos prontos para receber suas bênçãos sem medida e a prova de estarmos prontos passa pela entrega do dízimo como diz a sua Palavra. As janelas dos céus se abrem com essa pequenina “chave” chamada dízimo!

 

Conclusão: Duas lições podemos aprender sobre o dízimo, uma no Antigo Testamento e outra no Novo Testamento. No Antigo Testamento, quando a entrega do dízimo foi abandonada, houve esfriamento espiritual a afastamento de Deus. O povo perdeu de vista a visão de Deus e já não tinha prazer de ir a sua casa para cultuá-lo. Já não sentiam mais o calor da presença de Deus em seus cultos e, por isso, perguntavam a razão desse esfriamento espiritual. Deus mandou o profeta Malaquias profetizar para eles de que aquele esfriamento espiritual era (entre outras coisas) uma consequência por eles não entregarem o dízimo (Ml 3.6-10).

 

Jeremias profetizou dizendo ao povo: “Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados (Lm 3.39). Quando o povo voltou a entregar o dízimo, houve despertamento espiritual e restauração do culto a Deus (2ª Cr31.4-10; Ne 10.37-39). Lembramos que foi nos dias de Neemias que o povo se despertou para esta realidade, quando começou a contagem regressiva para a vinda do Messias, o Cristo que é Nosso Senhor e Salvador (Dn 9.24-27).

 

No Novo Testamento, Jesus fazendo menção de tópicos importantes na lei, como o juízo, a misericórdia e a fé, agregou-se a esses o dízimo, quando disse: “...devíeis, porém, fazer estas coisas” (referindo-se a entrega do dízimo de todas as rendas), sem omitir o juízo, a misericórdia e a fé (Mt 23.23). Ao falar da contribuição financeira na igreja, Paulo fala que deve ser feita com generosidade e não com avareza; a semeadura deve ser feita com fartura e não miserável; deve ser feita com alegria e não por necessidade, ou seja, por obrigação (2ª Cor 9.5-7). Quando alguém diz que o Novo Testamento não ensina sobre o dízimo, de certo modo está certo, porque a contribuição que no Novo Testamento encontramos vai muito além do dízimo (At 4.34,35). O que é errado é apresentar a Deus contribuição miserável. Paulo, sobre o assunto, escreveu: “O que contribui, faça-o com liberalidade” (Rm 12.8). Do texto em apreço de Malaquias 3.6-12, fazemos as seguintes ponderações:

 

(1) O dízimo é um método tranquilo, porque Deus já decidiu por mim o que eu devo dar. Se dependesse de escolher o quanto devo contribuir, ficaria em dúvida se estaria sendo pouco ou muito. Mas Deus é bondoso para conosco que nos livrou desta dúvida cruel, escolhendo para nós a quantia que devemos contribuir. Peter Marshall disse: “Contribui na proporção das tuas rendas para Deus, não abaixes as tuas rendas ao nível da tua contribuição”, ou seja, que a minha contribuição seja dízimo, independente de quanto é a minha renda.

 

(2) O dízimo é um método justo, porque faz fartura na igreja e não faz falta para o crente fiel.










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