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Soberania de Deus
Por: ICPM

Texto básico (Is 46.9-13). Texto central: “E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados” (Mt 10.30).

 

Introdução: Os decretos de Deus são absolutos, eternos e imutáveis. O decreto de Deus é o plano divino que inclui a predestinação da história. Deus governa o universo, sustentando a sua existência e as leis da natureza. A partir desta informação bíblica, teólogos reformados tem definido o livre-arbítrio (que alguns teólogos reformados preferem a expressão “livre-agência”) como a capacidade de agir conforme nossos desejos e natureza.

 

A vontade humana é livre para fazer o que quiser, mas ela não é indeterminada, ou seja, é determinada. Os desejos e as ações dos homens têm causas. O ser humano não tem autonomia frente ao decreto e vontade de Deus. Ele é a causa última de todas as coisas. Deus estabeleceu a existência e a realidade das causas secundárias na história e ordenou os resultados para cumprir os seus fins. O plano de Deus não pode ser frustrado. Vejamos o testemunho das Escrituras Sagradas sobre a soberania de Deus:

 

1) As Escrituras afirmam que Deus tem um plano para o universo e que ninguém pode frustrá-lo. O Salmo 33.10,11 afirma que Deus desfaz os planos das nações e que seu conselho permanece para sempre. Nabucodonosor reconheceu que Deus faz o que quiser (Dn 4.35). Também é destacada a absoluta soberania de Deus, declarando que o Senhor controla os líderes das nações para cumprir a sua vontade. Podemos concluir que Deus tem um plano que Ele está realizando (Pv21.1). O propósito de Deus sempre é cumprido, em tudo o que acontece (Ef 1.11).

 

2) O plano de Deus, em geral, é revelado na Bíblia, embora nem tudo que gostaríamos de saber tenha sido revelado. Deus planejou a criação segundo sua sabedoria (Sl 104.6). Deus faz o que Ele quiser (Sl 135.6). Deus criou o universo, não por alguma necessidade, mas porque foi o desejo Dele em fazer isso. A palavra “vontade” em Apocalipse 4.11, por exemplo, quer dizer “intenção” ou “desejo”. A única razão por que existe qualquer coisa é a soberania de Deus.

 

3) O Antigo Testamento mostra que Deus tem um plano para as nações e que esse plano estava sendo realizado no povo de Israel (I Cr 17.9). O fato de que o plano de Deus para as nações é predeterminado se torna óbvio, ao considerar que Deus predisse o futuro de nações, como o da Assíria. Deve ser notado que em Isaías 14.24-27, a predição não é fundamentada na presciência de Deus, mas em seu propósito divino que diz “O Senhor dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei assim se efetuará” (Is 14.24). Ninguém pode invalidar o que Deus determinou. Então, o plano de Deus abrange toda a história. Ele conhece o futuro porque já o determinou dizendo: “Que anuncio o fim desde o princípio e desde a antiguidade as cousas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme e farei toda a minha vontade” (Is 46.10).

 

A Palavra de Deus sempre atinge seu alvo, que é fazer a vontade dEle. O que Deus quer, acontecerá com certeza. O homem não pode frustrar a vontade divina. As autoridades que governam as nações não reinam a não ser que seja da vontade de Deus (Rm 13.1).

 

4) O plano divino inclui a existência do mal, mas pela permissão de Deus. O Senhor usou a Babilônia para punir Israel (Ez 32.11). Deus, porém, não tenta a ninguém (Tg 1.13). A fonte do mal é o mundo e o diabo (I Jo 2.16), mas desde que todas as coisas acontecem conforme o plano eterno de Deus pode-se concluir que esse decreto inclui permitir o mal. O decreto de Deus também inclui a resposta de Deus ao mal e seu justo julgamento (Hb 9.27). Às vezes, Deus julga as nações através de catástrofes e guerras (Jr 50.45).

 

O plano de Deus, além disso, inclui a redenção de pecadores através do sacrifício de Cristo e a expiação. Jesus veio ao mundo especificamente para morrer na cruz e pagar a penalidade do pecado. Deus predestinou a morte de Cristo e os homens fizeram livremente o que Deus tinha ordenado (At 4.27,28). A Bíblia menciona a predestinação de Deus ao lado das ações voluntárias dos homens, sem nenhuma contradição. Outro ponto precisa ser mencionado: se a morte de Cristo na cruz foi planejada por Deus, também fica claro que Deus planejou salvar pecadores antes da criação do universo. Paulo diz que Deus nos elegeu “antes da fundação do mundo” (Ef 1.4). Deus também determinou chamar pessoas para serem participantes da realização do plano dEle, antes que elas nascessem (Jr 1.5).










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